Tive que passar os posts principais daqui para o Blogspot tudo na mão. Pelo menos eu não sei como fazer isso automaticamente 9dacho que não teria como).
Então convido a vocês todos a visitarem o novo blog
Enquanto eu sigo sem tempo prá escrever novas histórias da nossa galera, deixo aqui esse vídeo hilário dessa gurizada detonando um The Trooper do Iron Maiden.
A performance da moçada é promissora. Pela semelhança entre as figurinhas parecem até irmãos.
Somente hoje consegui alguns minutinhos prá postar aqui.
Queria comentar a Festa da Galera do último sábado (05-05-07) que mais uma vez foi sensacional.
Reencontrar os amigos de longa data é sempre emocionante, e não falo só por mim. Todos que tive a oportunidade de conversar são unânimes em concordar que a festa estava demais.
Os shows das bandas, as presenças dos velhos amigos, dos novos amigos, dos camaradas de longe como o Zé Grilo e o Jorginho que não mediram esforços prá estarem aqui conosco em mais esse encontro memorável, foram comoventes.
Aguardo as fotos que foram tiradas na festa. Por favor me mandem prá postar aqui.
Não sei quanto a vocês, mas a cada abraço dado num amigo, tenho a sensação de que não precisamos de palavras prá expressar toda consideração que temos uns pelos outros.
Grande Abraço e obrigado a todos por proporcionarem mais uma vez esses momentos mágicos de alegria com muito rock and roll!!
Agradecimento especial ao Nando por mais uma vez ter tomado a frente do evento e tê-lo feito acontecer.
(Na foto da esquerda prá direita:eu (Daniel), Marcelo Gonçalves e Gladimir (Dádi Cazao) no Sangria no centro de Buenos Ayres)
Pois aqui estamos nós. Segundo dia em Buenos Ayres e só agora consegui iniciar um post aqui. Nao me acerto com esse teclado no padrao espanhol. Entao vai ficar assim mesmo sem til e nem outros caracteres.
Depois de um atraso de 2 horas no vôo que deveria sair de Porto Alegre chegamos aqui por volta das 4:30 da manha de sábado. Tava clareando o dia quando chegamos no hotel e capotamos. Ao meio dia almoçamos no SANGRIA, comemos Paella e tomamos um vinho muito bom. Tudo muito legal, ambiente, música e atendimento. Recomendo o lugar. Depois posto aqui um link pro site do bar (taberna?).
À tarde foi o tour incluso no pacote. O guia Esteban nos mostrou os principais pontos turísticos da cidade. Paramos na Plaza Mayo pra apreciar as obras de arte e magnífica arquitetura da Catedal onde estao os restos mortais do herói portenho San Martin. Tinha os chatos que ficam tentando vender revistas revolucionárias e outras campanhas pretensamente de solidariedade. prá variar se encarnaram em mim a ponto do Marcelo dizer que tenho o dom de atrair esses malas. Pior que é verdade...
Depois visitamos a Bombonera, estádio do Boca Juniors e na sequência a próxima parada em Caminito. Achei tudo muito caro no Caminito. Uma pena porque os quadros sao bem legais.
Na noite uma banda no Shopping aqui perto hotel mesmo ( "Pacifico" me sopra o Cazao aqui do meu lado). E um pouco mais tarde fomos ao Hard Rock Café Buenos Ayres. Comemos um New Yor Strip Steak (parece que foi isso), com uma boa cerveza Quilmes. O lugar é show de bola. Ambente, decoraçao, e o principal: muito boa música.
Iniciei o post citando a expressao "Pelo Revuelto". Explico: (primeiro deixa eu ver se o cara nao esta por perto.. ... ... tranquilo) o Marcelo Lobao viu um cara no ônibus com cabelo implantado que ficou muito estranho. A´ele arreou: Cazao saca só o "Pelo Revuelto" do cara aqui na minha frente. Bah. Agora toda vez que cruzamos com o cara no hotel temos que conter o riso.
Marcelo tá se superando nas tiradas e apelidos em todo mundo que ele vê. O saldo disso tudo é muitas boas risadas e a certeza que essa banda aqui em Buenos Ayres vai gerar muitas histórias prá contarmos em nossos encontros da galera.
Faz horas que não posto nada aqui... Ainda os compromissos com o trabalho que têm me deixado pouco tempo para escrever aqui.
Queria comentar o último churras de sexta-feira no Tênis Clube de Canoas. Cheguei tarde (22hs e pouco) mas consegui experimentar uns 2 ou três pedaços de carne. Muito boa. O Chimba cada vez melhor na Churrasqueira.
Pensei em citar os presentes, mas estou confiando cada vez menos na minha memória e receio esquecer de alguém. Posso dizer que segundo o Kíki, estava presente inclusive o Homer Simpson na fase mais jovem com o cabelo característico.
Rolou a tradicional jam de violão. Eu e o Belcino encaramos o sereno e tocamos algumas das confirmadas.
Depois que derrubei o violão e arrebentou uma corda, desanimei um pouco e parei logo depois. O Belcino continuou firme como sempre, tocou até a hora que os últimos remanescentes jogaram a toalha (leia-se acabou a cerveja) e fomos todos embora. Também não vou falar que horas eram isso porque sabe-se lá o que cada um diz em casa... (hehe brincadeira).
Ah, tá bom, vocês querem que eu fale do certo stress que pintou?... Pois não vou falar, assunto superado. Prá mim o fato provou mais uma vez que somos amigos o suficiente até prá nos criticarmos mutuamente. Eu faço aqui a Mea Culpa, pois eu deveria ter exposto meu desconforto com certa situação e me expressado diretamente aos envolvidos.
Bola prá frente, que não dá nada....
Contagem regressiva para a viagem que eu, Marcelo e Nato faremos a Buenos Aires no dia 27/04/07 com retorno em 01/04/07. E também para a festa da galera no final de semana depois de nosso retorno.
Contarei os detalhes aqui...
Abraço a todos
Valeu Nando pelo post anterior sobre a festa da galera. Não vinha tendo tempo nem prá colar aqui teu e-mail sobre o próximo encontro do dia 05-05.
Ae Daniel, tô invadindo o BLOG prá mandar uma mensagem para os camaradas, pois tens muitos que só se ligam naquilo que rola por aqui (puta IBOPE meu!)
é o seguinte, demorou mais saiu: Confirmada a próxima Festa da Galera!
Vai ser no dia 05/05/2007 na Associação dos Moradores da Hércules, ali bem pertinho da quadra do Valdir, no Bairro estância Velha.
Bem, quem sugeriu (quase implorou) esta data foi o Jorginho (ai orelha não tem como fugir desta), até porque aquela idéia de fazer no período da páscoa acabou não rolando, e o fim de semana do dia 28/04 já tava locado, então eu acabei fechando no dia 05, e como tem um feriado no dia 01/05, que é uma terça feira, quem sabe o Telo, o Joni, o Zé Grilo, e o Negão Zeca conseguem dar uma esticada e vir neste encontro.
O esquema que eu acertei é o seguinte: vai rolar um “espetinho”, pra comer em pé tomando uma ceva e batendo um papo, a bebida é por conta de cada um, e a locação do salão e som a gente racha entre todo mundo. Pelos meus cálculos vai dar de R$ 15,00 a R$ 20,00 por cabeça, dependendo do número de pessoas, quanto mais forem, mais barato sai para cada um.
Quanto a banda, show, ainda não tem nada definido, e na seqüência a gente define isto lá na mesa do Amadeo, ou nos churrascos de fim de semana.
Então tá né? Ta todo mundo avisado, e não tem desculpa para faltas... se organizem e se agendem para o dia 05 de maio!
Então é isso, desde já espero a confirmação de todos.
Estou dando uma geral no Lay-Out desse blog. Se algum comportamento estranho desta página acontecer, como desalinhamento de textos, fotos, etc,não se preocupem porque estou de olho e certamente consertarei logo.
Já são 23 e tantas e tô aqui fuçando prá ver se melhoro esse nosso espaço. Resolvi dar uma mexida porque os históricos de mensagens anteriores não estavam mais aparecendo. Notem que agora eles voltaram (no topo da coluna da esquerda).
De resto, obrigado pela compreensão...
Vou dormir que amanhã é dia de São Pega.. (essa é velha)
Mais uma reunião da galera ontem (06/03/07) num Churras na quadra de esportes do Valdir Zarpelon.
Alguns que eu me lembre que estavam lá: Nando, Marcelo Gonçalves, Kíki, Chimba e o filho Rafael, Glênio Cabeça e seu filho, Júnior Zaca, Léo Gordo, Nato, Luke Tatuador, Belcino e seu violão, Valdir Zarpelom, Dádi Casão, Gládi Bode (me manda as fotos prá eu publicar aqui) , Alex e Marcão Wallauer.
Quando eu já estava saindo o Kíki me falou que havia chegado o Leandro. Se esqueci de citar alguém, por favor comentem aqui.
Cervejada, boa carne assada pelo Chimba, rock and roll rolando no Carro do Glênio (seria a Nova versão da Rockoteca?). Debates sobre futebol, rock, entre outros. Em pauta também a próxima festa da galera.
Se houve alguma definição de lugar, etc, para a próxima Festa da Galera por favor, postem aqui.
Depois do rango rolou a tradicional Jam Session que contou com a minha participação e do Belcino nos violões, Júnior Zaca na percussão e dos vocais de diversos amigos presentes. Em destaque a participação do Nato no contracanto tipo bluesman em várias músicas. Na próxima não tem desculpa, Léo, tem que trazer a flauta.
Show de bola moçada. Mais uma vez mostramos que nem a chuva pode nos deter. Ficamos um bom tempo espremidos sob a cobertura que não comportava todos, mas isso não arrefeceu a disposição e entusiasmo dessa galera magnífica.
Muito bem enfatizado pelo Léo que não é fácil conseguir reunir qualquer grupo de pessoas numa terça-feira com chuva prá comer um churrasco, beber e celebrar a amizade.
O Kíki está de parabéns por ter feito os contatos e mais uma vez ter feito o churras acontecer. Valeu Valdir por ter cedido o espaço. Chimba muito bem na churrasqueira como sempre.
Prá sábado que vem, que eu saiba ficou assim: Começa a função no bar do Amadeo prá aqueles que o alvará vence ao anoitecer e a segunda leva deve permanecer ali até que se decida se deslocarem pro Pepper’s Pub .
Que saco esse time-out do UOL. Tava com o post pronto e perdi tudo porque demorei um pouquinho prá publicar.
Vamos, lá: Sábado finalmente reencontrei a galera. Dessa vez de volta no Bar Amadeo no centro de Canoas. Estavam Nando, Nato, Jamil, Álvaro e Kíki. Mais tarde (segunda leva) chegam Marcelo Gonçalves e Belcino.
Já eram 21 hs e ainda estavam lá Marcelo, Eu (Daniel), Nato e Belcino. Depois de algum papo resolvemos ir conhecer uma nova opção de bar em Canoas: O Pepper's Pub que fica na esquina da Inconfidência com a Rua Farroupilha. Prá chegar lá é fácil, segue-se pela Inconfidência passa-se pelo Colégio Cristo Redentor. Passa-se os apartamentos, a pizzaria e na esquina seguinte fica o bar, à esquerda.
Estava meio vazio quando chegamos mas depois começou a encher. Saí de lá eram quase meia-noite. Com exceção do Nato que já na fase dos malabarismos com garrafas insistia em ficar, acho que os demais também foram embora no mesmo horário.
Muito legal o bar, mesinhas ao ar livre e cerveja Heineken 600 ml. Talvez o único bar nas redondezas com essa opção de cerveja.
Abre às 17hs e talvez seja o nosso próximo point aos sábados.
Aí, primeiro quero comentar que finalmente publiquei a história que o Kíki conta sobre as bandas de Kombi, há 20 anos... Kíki, me aguarde que agora to liberado prá contar algumas outras histórias tuas...hehe
Segundo, tenho andado tão cheio de trabalho por esses dias que nem tenho conseguido manter uma regularidade nos posts aqui no blog da galera. Minha expectativa é que melhore em breve e eu consiga manter esse blog mais atualizado. Ainda bem que os amigos têm participado enviando histórias legais.
Queria que o pessoal que foi no bar sábado passado comentasse aqui quem estava lá. Faz acho uns 2 sábados que não me encontro com a galera (agora no Rapach da Venâncio Aires em Niterói Canoas RS).
Sei que o Nato e o Nando estavam lá porque me avisaram via MSN...
Grande abraço a todos. Postem aí os nomes de quem estava sábado...
Naqueles finais de semana quase no final do inverno de 1987, saíamos eu (Kíki), Daniel, Nando, Marcelo e tantos outros camaradas na Kombi de meu pai para fazer as festas em Canoas.
Num destes finais de semana, eu e Daniel saímos para dar uma volta no centro e tomar um trago. Como de sempre, já no inicio da noite de Sábado, após a banda no centro, começava a velha e boa caçada de dois amigos cheios de vontade de se dar bem. Passávamos a ir a vários lugares da cidade que na época não tinha praticamente opções.
Chegávamos então no clube Grêmio Niterói e encontramos todos os camaradas e mais outras possíveis caçadas (minas). Eu fui direto já colocando uma pilha no Daniel que precisávamos entrar no clube pois lá dentro havia possibilidade maior de nos darmos bem. Daniel então, com sua cara que estava um pouco estranha naquela noite, certo olhar de fome como um animal no cio, concordou em entrar.
Tomamos algumas cevas rodamos, cercamos e nada. Passaram as horas e nada de nos darmos bem.
Foi então que tomei uma decisão rápida e emergencial, pois já estava quase terminando a noite. Perguntei pro Daniel se ele tava a fim de irmos a outro lugar para continuarmos nossa caçada. Ele me perguntou onde e eu respondi: No Estúdio 10, que na época era o último refúgio da noite a onde a caçada poderia render mais. Daniel não gostava da idéia de ir ao Estudio10 comigo porque lá dava muito bolo (briga), mas consegui convencê-lo a ir.
Chegando lá o Daniel já falou: "--Eu não vou entrar é muito perigoso". Bom não tive outra opção a não ser entrar na festa deixar o amigo na rua sem a chave da Kombi. É claro, então comecei a procurar algum conhecido, mas nada. Só tinha chave de cadeia e o som era como se fosse baile Funk. Meio no desespero e, como já era tarde, as minas estavam pedindo carona para casa foi aí que dei o bote certeiro:
--Te dou uma carona .
A mina que me olhou e disse:
--Nem te conheço"
Ai eu falei:
--Tô de Puma (na época era o carro) aí fora.
Ela respondeu:
--E e eu com isso...
Aí não ‘güentei’ e ‘arriei’:
--Meu Pai é dono do Estúdio 10 e não vai precisar pagar nada ...
Mil novecentos e oitenta e alguma coisa... eu não lembro bem qual foi o ano, mas lembro que era uma sexta feira, na década de 80, no mês de janeiro, um verão com um calor “senegalês”. Eu estava na baía (em casa) curtindo uma sessão da tarde e ouvindo um som do Black Sabbath (sim é possível ver TV e curtir um som ao mesmo tempo... bem, pelo menos é possível quando se tem 16 ou 17 anos), e me preparando para, mais tarde, pegar uma piscina no Niterói, já que este era o programa natural da galera nas quentes tardes de verão (e até nas tardes de primavera, para tomar banho com girinos... mas esta é uma outra história). Bem, neste marasmo de tarde, esperando baixar o rango para não dar uma “congestão” na piscina, eis que ouço algumas vozes gritando na frente da minha casa me chamando... eram o Boca e o Daison, e eles estavam carregando pesadas mochilas!
- Ai meu... qualé que é?
- E aí perereca (é, este era (é) o meu apelido “PERERECA”)? Falou o Daison.
- E aí meu? O que tu ta fazendo? Perguntou o Boca.
- Nada - respondi. - Tô de bobeira curtindo um som e vendo TV, esperando baixar o rango para dar uma banda na piscina.
- Ô meu, vamos pra praia? Perguntou o Daison
- Praia?? Perguntei meio encabritado do convite, achando que eles estavam de sacanagem, pois naquela época a gente era tudo “durango kid”, ninguém tinha grana nem para toma um refri, imagina ir para praia. - Mas qual praia? Lá para casa do teu vô em Capão? Perguntei, pois o vô deles (para quem não sabe o Daison e Boca são primos) tinha uma casa em Capão da Canoa, e eu pensei que o convite poderia ser para ir para a casa do vô deles.
- Não. Respondeu o Boca. - A gente vai pra Tramandaí de barraca, vamos passar o fim de semana lá.
Aí que eu fiquei mais encucado, mas o convite era tentador... - Báh cara eu tô tri a fim, só que eu tô sem “um puto no bolso”, não tenho grana nem pra fazer um rango, e o meu pai já disse que este fim de semana ele tá sem dinheiro e não vai rolar grana de mesada.
- Não dá nada Perereca! Emendou o Daison. - A gente tá com grana e segura a tua!
Na hora eu estranhei aquela benevolência... imagina ir para a praia e ainda com tudo pagopelos camaradas. Era bom demais para ser verdade
- Tu leva a tua barraca que a gente segura a tua. Disparou o Boca.
A proposta era tentadora e sem pensar muito concordei.
- Tô nessa! Quando é que a gente vai?
- Agora! Disse o Daison.
- Ta tri! Falei. - Só dá um tempo pra eu arrumar a mochila e vamos nessa, enquanto isso vocês vão pegando a barraca lá nos fundos... (a minha casa tinha um pequeno galpão nos fundos onde era guardada a barraca, junto com um monte de outras bugigangas).
Em poucos minutos eu já estava com a mochila pronta, com algumas camisetas, cuecas, bermudas, etc., e um colchonete enrolado. Então eu fui ajudar os dois a pegar a barraca, que era daquelas tipo “chalé” para até quatro pessoas... na verdade era uma “puta” barraca, cheia de ferros, etc. Para carregar aquela barraca (só a lona) eram necessárias 2 pessoas e mais uma para carregar os ferros... era um “barracão”.
Antes de sairmos ainda conversei com meu pai e após um grande apelo ele me deu uma graninha, suficiente para pagar a passagem de ida e volta, pois devido ao tamanho da barraca era impossível pedir carona na free way. Também procurei confirmar com o Boca e o Daison se eles realmentes tinham grana para seguras as nossas despesas durante o fim de semana.
- Cara vocês tem mesmo grana pra segurar a nossa durante o fim de semana?
- Báh perereca não esquenta, eu o Alemão (Daison) temos dinheiro, e a gente ainda ta levando um monte de rango... fica frio que não dá nada, a gente vai curtir pra caralho e ainda vamos mata umas “mina” na barraca! Afirmou o Boca.
- Então tá, porque eu não to a fim de passar fome o fim de semana inteiro.
- Cara... já disse... deixa tudo com nós que a gente segura todas. Insistiu o Daison.
E assim, com a certeza de tudo estava tranqüilo (pelo menos eu acreditava nisto), e que havia grana suficiente para garantir a nossa estada na praia durante o fim de semana, partimos para a rodoviária para pegar o ônibus para o litoral .
Assim que chegamos na rodoviária de Tramandaí, lá pelas 17:00, já providenciamos a compra das passagens de volta para segunda feira de manhã, pois naquela época, assim como hoje, o retorno do litoral é sempre complicado, e quem não se adianta comprando a passagem com antecedência, fica sem vaga nos ônibus que retornam para a capital no início da semana..